SEMPRE BRIOSA

Briosa... se jogasses no céu, morreria só para te ver jogar!

domingo, 7 de maio de 2006

NA HORA DA DESPEDIDA...













«Queria saudar a Académica, a cidade de Coimbra, a direcção, os adeptos, os sócios e, particularmente, a Claque Mancha Negra que foi fantástica na ajuda. Vai para eles também um a abraço muito especial.

Valeu a pena para que de uma forma apaixonada e muito sentida conseguíssemos este objectivo. Não é para repetir porque a Académica não merece que isto se repita por muitas vezes.

Vivi experiências fantásticas ao longo da minha carreira, mas esta ficará gravada na minha memória. Os jogadores foram às vezes irregulares, às vezes menos eficazes, a equipa técnica também, mas acabámos por constituir uma família forte e consistente que nos ajudou nos momentos menos bons.

Nem tudo foi mau, tendo até acabado bem, sentimos que ficámos aquém, mas curiosamente a Académica bate o seu recorde de pontos na I Liga. Tinha conseguido um máximo de 38 e hoje fez 39. Hoje jogámos com cinco jogadores formados na Académica e metade dos que estavam convocados também vieram dos escalões de formação.

Também conseguimos jogar com mais portugueses. Não houve nenhuma equipa na Liga que tivesse tantas lesões como nós tivemos. Basta avançar com os casos de Andrade, Nuno Luís, Dionattan, Filipe Teixeira, Paulo Adriano e Danilo. Além disso ainda temos Vítor Vinha, Sarmento e Zé Castro nas selecções. Modéstia à parte, valeu a pena este sofrimento.

Disse que a minha vida ia ser decidida depois do jogo. A esta hora não há nada que diga que vá ficar ou vá sair. Acho que há uma obra ainda por acabar, mas no futebol as obras futebolísticas não se acabam».

Nelo Vingada

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