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É um facto sobejamente conhecido que o futebol português anda paupérrimo (como o próprio Manuel Machado há poucos dias reconheceu), que a geração de receitas é escassa, comparativamente às despesas - já que claramente se vive acima daquilo que se pode - e que existe uma série infindável de outros problemas a assolar o pontapé na bola cá do burgo: apitos dourados, "frutas", dirigentes mal preparados, pouca afluência de público aos jogos, etc, etc.
A Briosa - pese embora o peso saudável da tradição que carrega - não é, infelizmente, uma excepção neste cenário sombrio que se abateu sobre o desporto-rei, já que compete no mesmo "jogo" que os demais, onde as regras são iguais.
Por tudo isso, e sabendo nós também que a gestão de tesouraria é hoje em dia uma das tarefas mais árduas a levar a cabo num clube, não foi com surpresa que li sobre a "possível" existência de atraso no pagamento dos salários aos nossos profissionais de futebol. Um mês, para ser mais preciso. Nada de transcendente nem de grave face à conjuntura que se vive.
O que me espanta é que haja na blogosfera afecta ao nosso clube quem lance esse tipo de notícias, dando matéria para a própria comunicação social, e antecipando-se a esta. Não vou arvorar-me em juíz dos actos e opções dos demais consócios, mas confesso que me desagrada constatar que possíveis focos de desestabilização são despoletados a partir de adeptos do próprio clube.
Uma coisa é em privado criticarmos esta ou aquela opção da Direcção, este ou aquele acto de gestão, mas outra bem diferente é virmos para a praça pública - mesmo que seja a "virtual" - apregoar aos sete ventos situações menos positivas da vida do nosso clube, e dar assim numa bandeja dourada generosos trunfos aos nossos adversários.
Acrescente-se, em jeito de nota de rodapé, que essa informação de supostos salários em atraso foi hoje desmentida no jornal o JOGO, onde se pode ler - preto no branco - que "o plantel da Briosa tem os salários em dia, porque o mês de Dezembro já foi pago, na semana passada".
Opções... que não subscrevo nem perfilho.
A Briosa - pese embora o peso saudável da tradição que carrega - não é, infelizmente, uma excepção neste cenário sombrio que se abateu sobre o desporto-rei, já que compete no mesmo "jogo" que os demais, onde as regras são iguais.
Por tudo isso, e sabendo nós também que a gestão de tesouraria é hoje em dia uma das tarefas mais árduas a levar a cabo num clube, não foi com surpresa que li sobre a "possível" existência de atraso no pagamento dos salários aos nossos profissionais de futebol. Um mês, para ser mais preciso. Nada de transcendente nem de grave face à conjuntura que se vive.
O que me espanta é que haja na blogosfera afecta ao nosso clube quem lance esse tipo de notícias, dando matéria para a própria comunicação social, e antecipando-se a esta. Não vou arvorar-me em juíz dos actos e opções dos demais consócios, mas confesso que me desagrada constatar que possíveis focos de desestabilização são despoletados a partir de adeptos do próprio clube.
Uma coisa é em privado criticarmos esta ou aquela opção da Direcção, este ou aquele acto de gestão, mas outra bem diferente é virmos para a praça pública - mesmo que seja a "virtual" - apregoar aos sete ventos situações menos positivas da vida do nosso clube, e dar assim numa bandeja dourada generosos trunfos aos nossos adversários.
Acrescente-se, em jeito de nota de rodapé, que essa informação de supostos salários em atraso foi hoje desmentida no jornal o JOGO, onde se pode ler - preto no branco - que "o plantel da Briosa tem os salários em dia, porque o mês de Dezembro já foi pago, na semana passada".
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