Brum apazigua ânimos

«O ser humano é passível de erros, mas no mesmo jogo o árbitro [Olegário Benquerença] repetiu o erro muitas vezes.
Nesse lance, estava a cerca de três metros da jogada e o árbitro também estava muito próximo. Ele levou o apito à boca, o que significa que viu o lance, e não apitou. Coloquei as minhas mãos no rosto dele, olhei-o nos olhos e prometi-lhe que era penálti, mas ele não quis sequer falar com o auxiliar e apenas me mostrou amarelo.
Mas não adianta bater mais nele; que numa próxima vez que arbitre um jogo nosso possa estar mais atento e lúcido a interpretar os lances.»
Roberto Brum
EDITOR DO BLOGUE
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