SEMPRE BRIOSA

Briosa... se jogasses no céu, morreria só para te ver jogar!

quinta-feira, 17 de maio de 2007




domingo, 13 de maio de 2007

"Lançamento de um conjunto de bases"

«O Sporting mais uma vez entrou muito bem. Marcou um golo e ainda falhou um penalty. A Académica teve ascendente na segunda parte mas não concretizou.

Foi uma época que se faz com mais tranquilidade do que as anteriores. A Académica esteve sempre acima da linha de água.

É o lançamento de um conjunto de bases para que a Académica possa aspirar a um futuro melhor.»


Manuel Machado

Derrota com manutenção assegurada

Académica, 0 - Sporting, 2

Jogo que termina com uma sensação estranha, um pouco agridoce: fica a tristeza de mais uma derrota caseira, mas desta vez temperada com a enorme alegria da manutenção assegurada, fruto das derrotas de Beira Mar, Aves e Setúbal.

Em relação ao jogo, o paradoxo de termos perdido por dois mas a certeza que demos grande réplica, que podíamos e merecíamos ter empatado, e que uma vez mais uma grande penalidade (que nos foi espoliada, desta vez por um árbitro de Setúbal) teria seguramente dado outro desfecho ao jogo.

O Sporting entrou muito bem no jogo, não nos deixou organizar, e quando demos por nós já estávamos em desvantagem, na linha da recente tradição leonina. Isso foi um factor decisivo, aliado ao tal erro de arbitragem, para que não conquistássemos qualquer ponto. Mas mesmo assim nunca baixámos os braços. E essa atitude merece destaque, tal como a exibição do grande Pedro Roma, que até uma grande penalidade defendeu.

No segundo tempo tudo mudou, passámos a mandar na partida, houve bolas na trave leonina e Dame, já em campo, punha a cabeça dos defesas adversários em água. Era um verdadeiro sufoco que impunhamos ao jogo, mas não fomos felizes na finalização, pelo quando o pano estava mesmo a caír, foi Moutinho que acabou por assinar um injustíssimo 0-2.

Apesar de tudo fica o mais importante (a manutenção) e o desejo que a lição tenha sido aprendida, para que na próxima época tudo seja diferente, porque esta instituição, estes adeptos e a cidade de Coimbra merecem bem mais... e melhor!


Ficha de jogo

Estádio Cidade de Coimbra
Assistência: Cerca de 19.000 espectadores

Académica: Pedro Roma, Litos, Káká, Medeiros (Gyano, 24), Lino, Sarmento (Nestor, 73), Paulo Sérgio, Roberto Brum (Dame, 45), Miguel Pedro, Filipe Teixeira e Joeano
Treinador: Manuel Machado

Sporting: Ricardo, Abel, Polga, Caneira, Tello, Miguel Veloso, João Moutinho, Nani (Pereirinha, 90), Romagnoli (Tonel, 76), Yannick Djaló (Alecsandro, 67) e Liedson
Treinador: Paulo Bento

Árbitro: Lucílio Baptista (Setúbal)

Acção disciplinar: Cartão amarelo para Pedro Roma (06), João Moutinho (08), Gyano (26), Miguel Veloso (61) e Litos (79)

sexta-feira, 11 de maio de 2007

Pobres cabeças

Já uma vez aqui escrevi mas pelos vistos existe a necessidade de o repetir:

Quando decidi criar este blogue apenas tinha, tal como hoje, o objectivo de dedicar um pequeno espaço à paixão que nutro pela Briosa. Nunca andei em disputas para ter o maior número de visitas ou de comentários, até porque esse nunca foi, em momento algum, o meu objectivo. Seria demasiado redutor.
Também por isso sempre fiz questão de passar ao lado de estranhas formas de protagonismo alimentadas por polémicas bacocas ou estéreis disputas, condimentadas por insultos e insinuações. É que essa não é, nem nunca foi, a minha forma de estar na vida. Deixo isso para os caceteiros e trauliteiros do regime.

Tenha uma, tenha cem visitas, tenha zero, tenha cinquenta comentários, é-me absolutamente indiferente, acreditem.
Não tenho questões mal resolvidas nem sinto qualquer recalcamento ou frustração que necessitem de ser curados ou disfarçados através da notoriedade blogosférica.
Aliás, se fosse esse o meu propósito, provavelmente teria aceite o simpático convite que há uns tempos me foi endereçado para me juntar a um blogue colectivo alusivo à nossa Briosa. Mas não aceitei. E não aceitei, porque para mim o maior prazer e satisfação está precisamente em manter vivo um espaço que é quase como um filho (passe o exagero), numa lógica individual e solitária.

Não ando obcecado - se calhar ao contrário de outros - sempre a olhar para o lado, a ver quem e quantos comentam, quantas visitas diárias tenho ou quantas menções fazem ao meu espaço.

Por isso não vale a pena irem por aí, escarnecerem, tentarem provocar-me, insinuando que o Sempre Briosa tem poucas visitas ou quase nenhum comentário, porque - acreditem - este é mesmo um exercício quase egoísta de pura satisfação pessoal.

Aliás, se subscrevesse essa lógica competitiva de medir tudo à milésima de visita ou comentário, também me poderia vangloriar dos resultados atingidos noutro blogue - de cariz político - no qual tenho o prazer de debitar prosa e que supera em visitas e comentários, de forma clara e indiscutível, qualquer espaço blogosférico conotado com a nossa Briosa. Mas não o farei... porque não quero ser igual a umas quantas pobres cabeças.

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Respeitemos os nossos adversários!

Frases escritas há quase 1 ano e meio, após um Benfica-Académica (não identifico os autores das frases por uma questão de princípio, e até porque isso nem é o mais importante, mas sim a constatação da linguagem que se apodera de alguns de nós quando a Briosa joga com um dos três estarolas):


A AAC FOI ROUBADA ESCANDALOSAMENTE NA LIXEIRA DA 2ª CIRCULAR!!!! Não o afirmo por ter qualquer simpatia com os outros 2 pseudo-grandes. Detesto-os, como detesto qualquer outro conjunto de anormais que se encontram ao domingo para ver jogar, uma equipa que se desloca em carrinhas da CERCI.

Mas meus amigos, não nos iludamos!!! A AAC, não está bem. Não vou discutir, nem sequer ajuizar, o comportamento que o presidente JES, teve ontem. Compreendo-o, enquanto sinónimo de indignação.
Mas terá sido oportuno? Terá sido bem medido?
Não será contraproducente, sebendo nós que os árbitros, se comportam como uma corja de mafiosos, tendo entre si um pacto de solidariedade, que de todo se parece, com a neblosa máfia italiana, que quando algum é atacado, tem como morte o destino mais certo? Ser presidente também é saber estar e medir RACIONALMENTE, as consequências dos seus actos.
Veremos o que vai dar esta indignação, que não esconde o enorme nervosismo que vai graçando na nossa direcção. Naturalmente, que podemos e devemos questionar muitas e muitas medidas que ultimamente, estes senhores têm sido os principais protagonistas. Mas não nos devemos afastar um milímetro, da nossa causa. Ou seja, a Académica precisa mais do que tudo, união entre os sócios e adeptos, para conseguir guindar-se a uma posição mais consentânea, com a história desta instituição.

FILHOS DA PUTA! É uma vergonha o que se passou hoje naquele estádio merdoso! o benfica é a instituição mais nojenta que existe neste país. Para além do jogo de hoje, que vem somar-se ao rol dos jogos em que a Académica é roubada frente a esse clube de merda, vem o caso Marcel para se juntar ao do João Tomás. Estou farto que a nossa GRANDE INSTITUIÇÃO seja roubada por esse clube de gente nojenta!

Não meus amigos, não se desculpem com o árbitro, nem vão na cantiga de quem nos anda a enganar.
Onde esteve a indignação do Senhor Presidente quando fomos roubados contra o Porto? Aí, ainda faltava muito campeonato e se calhar ainda havia dinheiro, ou a miragem de alguem comprar o "astro" brasileiro por 3,5 milhões de euros.Quando se querem desviar atenções arranjam-se "distrações", manobras de diversão, para que os verdadeiros problemas não sejam falados ou descobertos.

Assim sendo , não me deixo enganar pelo show-off do nosso presidente, Simplesmente ridiculo.Só a ignorância ou algo pior é que o fazem fazer todo aquele teatro para os mais incautos aplaudir.O "trabalho" tem que ser feito em casa.

Constatação da semana



Descobri esta semana que todos aqueles ACADÉMICOS que não subscrevem nem se revêem num discurso dos nossos dirigentes ao nível dos demais responsáveis dos outros clubes, se transformam automaticamente num lampião, lagarto ou dragão.

Estamos sempre a aprender...

Nota: não será um atestado de menoridade e um intrigante complexo de inferioridade estarmos sempre a ver "camaleões", "camalampiões" ou "camatripeiros", e outros fantasmas, no seio dos nossos adeptos? É que cada vez que jogamos com estes três emblemas a conversa de chacha e a ladainha são sempre as mesmas.

quarta-feira, 9 de maio de 2007

Moderação e sensatez recomendam-se!

Permito-me publicar aqui um texto da autoria do Gonçalo Cabral, o qual se pode ler no Simplesmente Briosa, e que judiciosamente mete o "dedo na ferida" de toda esta inexplicável polémica gerada à volta de um relvado. Adicionalmente, parece-me que se está a despoletar uma guerra de palavras e a destilar um ódio que não são próprios de uma Instituição como a nossa, nem dos nossos adeptos, até porque sempre fizemos questão de nos diferenciarmos por uma postura pautada pelo respeito e pela educação. E se é o nosso próprio presidente a deitar gasolina para a fogueira então vamos no mau caminho...



Aqui vai então o texto do Gonçalo:

Surgiu ontem no Site Oficial da Académica, o comunicado em resposta às recentes dúvidas sobre o eventual estado do relvado do Estádio Cidade de Coimbra, devido ao concerto que se realizará na véspera do jogo Académica X Sporting.

A obrigação de um clube de princípios como o é a Académica, e até pelas boas relações que sempre existiram entre os dois clubes, ditava que um eventual comunicado de esclarecimento, demonstrasse elevação e educação, coisas muitos distantes do que se viu no esclarecimento público. Tratou-se pois de uma atitude que envergonhou todos aqueles que revêem numa Académica diferente - para melhor - e que se viram confundidos com os demais clubes em guerrilhas constantes que têm tanto de desnecessário como de deselegante.

Com preocupações compreensiveis, e que inclusivamente já tinham sido colocadas pelos próprios associados da Briosa, surgiu uma resposta digna de uma discussão entre crianças, ou entre peixeiras da aldeia, ao estilo "quem o chama é quem o é" quando se alude ao estado do relvado de Alvalade em épocas passadas, mas que ainda assim cai menos mal do que o parágrafo final onde se pode ler "mas não admitiremos que para desculpar um eventual desaire desportivo o Sporting alegue razões que a própria razão desconhece.". Diz isto o 13º classificado para o 2º, um argumento consistente, e de uma classe irrepreensível como facilmente se pode ver.

Quem gere uma instituição como a Académica tinha a obrigação de ser superior num esclarecimento, e não indelicada, desculpando-se com o mal dos outros para justificar, e esquecer-se que mais do que um relvado em melhor ou pior estado, o mal da época é completamente da sua responsabilidade, que foi a fraquíssima prestação da equipa no ano de 2006/2007 e que a duas jornadas do fim ainda não garantiu sequer a manutenção no principal escalão do futebol português.

Assim, há apenas a lamentar uma atitude menos feliz desta direcção, que esperemos que não se repita.

Não haverá pedido de desculpas

«Não peço desculpa ao Sporting, não há motivos para isso. Não vejo qualquer polémica em relação ao relvado e o Sporting não tem moral para evocar isso.»

António Preto (vice-presidente)

terça-feira, 8 de maio de 2007

Lucílio Baptista



Lucílio Baptista, de Setúbal, foi o árbitro nomeado para o Académica-Sporting.

domingo, 6 de maio de 2007

"Responsabilizo-me..."



«Se a Académica por ventura vier a descer de divisão responsabilizo-me por tal, pois sou o culpado ao não marcar este golo.

Houve também muito mérito do Marcos que fez uma grande defesa. E depois, a bola teve um ressalto e rematei mal, quase com o calcanhar.»


Joeano

Ó Joeano, és um grande jogador, dos que mais admiro na nossa Briosa, mas vê lá se tens juízo, pá! Uma equipa tem 11 jogadores, onde a responsabilidade se distribui equitativamente, pelo que se há quem falhe golos também há quem os sofra.

Essa faceta de masoquista não te assenta bem, até porque só vieste em Janeiro, daí que se a nossa Académica descer (cruzes, canhoto!) todos sabemos bem quem são os responsáveis... e nesse grupo não estás, de certeza!

sábado, 5 de maio de 2007

Hoje foi este...



Pelos vistos os artistas do apito teimam em continuar com as suas habilidades nos nossos jogos...

"As melhores jogadas pertenceram à Académica"



«Foi um jogo com equilíbrio na posse de bola e na construção ofensiva, mas com uma diferença nos guarda-redes: o Pedro Roma defendeu um penalty fictício que o assistente assinalou e para além disso só recolheu cruzamentos; já o Marcos, que é uma excelente guarda-redes, hoje fez prova disso.

As melhores jogadas pertenceram à Académica, não levámos os três pontos por culpa do guarda-redes do Marítimo. Levámos um, que é um prémio menor, mas que é muito importante. A arbitragem, em termos genéricos, esteve digna, mas não percebo como é possível assinalar aquele penalty.

Nos últimos dois jogos tivemos duas jogadas de mão dentro da área e os assistentes não assinalam nada. Quem está na arbitragem tem de fazer uma grande reflexão para bem do futebol».


Manuel Machado

Ponto a ponto...



Marítimo, 0 - Académica, 0

Ficha de jogo

Estádio dos Barreiros

Assistência: cerca de 3.500 espectadores

Marítimo: Marcos, Zé Gomes (Djalma, 79), Milton do Ó, Gregory, Evaldo, Arvid, Olberdam, Filipe Oliveira, Marcinho, Mbesuma (Gonçalo, 54) e Lipatin
Treinador: Alberto Pazos

Académica: Pedro Roma, Sarmento, Litos, Medeiros, Vítor Vinha (Joeano, 46), Paulo Sérgio, Alexandre (Roberto Brum, 58), Filipe Teixeira, Miguel Pedro, Dame (Gyano, 84) e Lino
Treinador: Manuel Machado

Árbitro: Paulo Pereira (Viana do Castelo)

Acção disciplinar: Cartão amarelo para Olberdam (04), Medeiros (66) e Gregory (87)

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Marítimo-Académica

Lista de convocados

Guarda-redes:
Pedro Roma e Douglas;

Defesas:
Medeiros, Danilo, Lino, Lira e Litos;

Médios:
Vítor Vinha, Paulo Sérgio, Roberto Brum, Alexandre, Miguel Pedro e Sarmento;

Avançados:
Dame, Filipe Teixeira, Joeano, Sílvio e Gyano.

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Brum apazigua ânimos



«O ser humano é passível de erros, mas no mesmo jogo o árbitro [Olegário Benquerença] repetiu o erro muitas vezes.

Nesse lance, estava a cerca de três metros da jogada e o árbitro também estava muito próximo. Ele levou o apito à boca, o que significa que viu o lance, e não apitou. Coloquei as minhas mãos no rosto dele, olhei-o nos olhos e prometi-lhe que era penálti, mas ele não quis sequer falar com o auxiliar e apenas me mostrou amarelo.

Mas não adianta bater mais nele; que numa próxima vez que arbitre um jogo nosso possa estar mais atento e lúcido a interpretar os lances.»


Roberto Brum

O artista que se segue



Paulo Pereira, de Viana do Castelo, vai apitar o Marítimo-Académica.