SEMPRE BRIOSA

Briosa... se jogasses no céu, morreria só para te ver jogar!

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

BRIOSA RIMA COM FAIR PLAY

A Académica recebeu nesta quinta-feira o Prémio Fair Play relativo ao mês de Setembro, galardão atribuído pelo Sindicato dos Jogadores à equipa mais correcta em campo. Apesar de ocupar a última posição da Liga, a equipa de Coimbra mostrou que uma coisa não tem nada a ver com a outra.

Orlando, capitão de equipa, recebeu o prémio e destacou a preocupação dos estudantes em jogar limpo sem deixar de meter o pé quando é preciso: «É a prova de como a Académica joga o jogo pelo jogo e não precisa de recorrer a artimanhas. Vem premiar a nossa lealdade e isso é muito importante. O facto de estarmos no fundo da tabela podia fazer de nós uma equipa nervosa e, logo, mais violenta, mas isso não acontece.»

Por seu lado, o presidente do clube avançou com uma proposta interessante, para trazer mais fair play ao futebol: «Algumas regras do râguebi, se fossem adaptadas à modalidade, poderiam trazer vantagens, pois, apesar de parecer um desporto violento, é mais leal do que se possa imaginar.»


Nuno A.

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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

UMA AGRADÁVEL EXCEPÇÃO

Por muitas críticas que faça aos mandatos de José Eduardo Simões devo abrir algumas excepções, e no caso, elogiar vivamente a contratação de André Villas Boas.

Muitos dirão que ainda é prematuro tecer grandes considerações sobre tal escolha, mas é precisamente esse facto que me leva a aplaudir a chegada do discípulo que um dia também será mestre, ou seja, que a ditadura dos resultados não tolde o sentido de justiça e de lógica na apreciação.

Sabendo que os resultados dos jogos ditam inexoravelmente a lei num futebol português onde o planeamento e estratégia a médio e longo prazo são palavras vãs, e numa altura em que Villas Boas ainda não é vítima desses mesmos resultados, é justo que se enalteça a opção feita por Simões.

A chegada de André Villas Boas representa aquilo em que a Briosa sempre se distinguiu dos demais, ou seja, a aposta no potencial da juventude, na formação académica, no rigor e na ambição própria de quem quer chegar muito longe.

É este espírito diferenciador que tem que ser exponenciado porque só assim a nossa Académica se manterá num nível diferente - para melhor - dos demais que com ela coabitam no desporto nacional.

Acredito que Villas Boas veio para o clube certo, enquanto potenciador das suas capacidades técnico-tácticas e de condutor de um grupo de trabalho, e que aqui será muito feliz e que decerto nos trará muita felicidade.

Se eu estivesse no lugar de Simões, também esta teria sido a minha aposta. Sem sombra de dúvida!


Nuno A.

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domingo, 25 de outubro de 2009

VILLAS BOAS RETIRA ILAÇÕES POSITIVAS



André Villas Boas:

«Apesar de tudo, foi um jogo extremamente positivo para nós. (...) A Académica está a construir uma organização de equipa e os jogadores a perceber o que se quer deles.

As adaptações do FC Porto na segunda parte, para 4x4x2, criaram uma série de problemas. (...) Perdemos algumas referências estratégicas que tínhamos em mente, mas na primeira parte, os jogadores estiveram muito bem, muito compactos, cumprindo com o que lhes foi pedido. Pausadamente conseguimos forçar o FC Porto ao jogo longo, às perdas de bola e, depois, a estados emocionais de frustração por parte do público.

Vamos pensar no jogo com o V. Guimarães, a fim de chegarmos à primeira vitória no Campeonato o mais rapidamente possível.»


Nuno A.

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PERDEMOS... MAS GANHÁMOS UMA EQUIPA

FC Porto - Académica, 3-2



Estádio do Dragão
Árbitro: Hugo Miguel (Lisboa)

F.C. PORTO

Helton; Fucile (Sapunaru, 4), Rolando, Bruno Alves e Álvaro Pereira; Raul Meireles (Guarin, 68), Fernando e Rodríguez (Farias, 57); Mariano, Falcao e Hulk.

Suplentes: Beto, Sapunaru, Maicon, Nuno A. Coelho, Sebastián Prediguer, Guarín e Farías.

Treinador: Jesualdo Ferreira

ACADÉMICA

Rui Nereu; Pedrinho, Berger, Orlando e Emídio Rafael; Nuno Coelho (Éder, 70), Cris e Tiero (Diogo Gomes, 83); Sougou, João Ribeiro e Lito (Miguel Pedro, 66).

Suplentes: Ricardo, Amoreirinha, Hélder Cabral, Paulo Sérgio, Diogo Gomes, Éder e Miguel Pedro.

Treinador: André Villas Boas

Ao intervalo: 0-0

Golos: Mariano González (64), Farias (67 e 81); Miguel Pedro 75), Sougou (90+1)


Nuno A.

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FC PORTO - ACADÉMICA

Lista de convocados:

Rui Nereu e Ricardo (guarda-redes);

Amoreirinha, Berger, Orlando, Pedrinho, Emídio Rafael, Hélder Cabral e Pedro Costa (defesas);

Paulo Sérgio, Cris, Tiero, Nuno Coelho, Jonathan Bru e Diogo Gomes (médios);

Miguel Pedro, Lito, Sougou, Éder e João Ribeiro (avançados).


Nuno A.

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domingo, 18 de outubro de 2009

EM FRENTE NA TAÇA

Académica- Portimonense, 2-1



Estádio Cidade de Coimbra.
Árbitro: Rui Costa (AF Porto), auxiliado por Serafim Nogueira e João Silva.

ACADÉMICA

Rui Nereu; Pedrinho, Berger, Orlando e Emídio Rafael; Nuno Coelho, Tiero e Cris (Paulo Sérgio, 79 minutos); Sougou, Miguel Fidalgo (Éder, 59) e Miguel Pedro (Lito, 30).

Suplentes não utilizados: Ricardo, Pedro Costa, Amoreirinha e João Ribeiro.

Treinador: André Villas Boas.

PORTIMONENSE

Pedro Silva; Ricardo Pessoa, João Pedro, Ruben Fernandes e Nélson Pedroso; Adriano, Diogo (Monteiro, 46) e Aragoney (Vasco Matos, 75); Pedro Moita (Balu, 46), Pires e Ben Traoré.

Suplentes não utilizados: Sapateiro, Mailson, Ivanildo e Garavano.

Treinador: Lito Vidigal.

Ao intervalo: 2-0.

Golos: Miguel Fidalgo (43), Tiero (45) e Pires (53).

Cartões: amarelo a Diogo (25).


Nuno A.

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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

VIILAS BOAS AFIRMA SENTIR-SE HONRADO



André Villas Boas, o ex-colaborador de José Mourinho para a observação de adversários, foi apresentado como novo treinador da Académica, sucedendo a Rogério Gonçalves. Por ter trabalhado durante tanto tempo (sete anos) com um dos melhores treinadores do Mundo, o jovem técnico (31 anos, o mais novo da Liga) terá de começar a construir a sua própria identidade, demarcando-se do antigo «patrão» o mais depressa possível.

«Quero destacar-me do que conquistei no passado e com José Mourinho. Quero focalizar-me no que tenho. Não estou aqui para satisfazer um capricho meu. Disse ao Mourinho em Outubro do ano passado, que me sentia pronto para assumir uma equipa. A partir daí, deu-me liberdade para começar a procurar. A oportunidade surgiu. Penso que sou capaz e tenho plena consciência das minhas capacidades. Quero conquistar a Académica. Quero assentar na Académica. É um projecto que quero fazer por vencer», revelou o treinador da Briosa, na sua primeira conferência de imprensa.

Quando soube do convite, Mourinho não disfarçou a satisfação ao ver o pupilo a abraçar uma nova carreira: «Foi um sentimento de alegria enorme para ele e para mim. Ao mesmo tempo foi o fim de uma relação de sete anos, que foi muito positiva. Foi uma equipa técnica com muitos títulos. Estou-lhe grato pela primeira oportunidade que me deu. Mas ele tem a sua personalidade e eu tenho a minha, que é diferente.»

Inverter situação da Académica

André Villas Boas veio encontrar uma equipa no último lugar da classificação e desmoralizada pelos maus resultados, que urge recuperar: «Acima de tudo, é uma honra para mim estar aqui. Sinto uma grande alegria, mas também tenho consciência do desafio que tenho pela frente. Quero inverter a situação o mais rápido possível. Nas conversas que tive com os jogadores fiz-lhes perceber que são melhores do que a posição que ocupam na tabela onde. O objectivo é, passo a passo, ir o mais longe possível no Campeonato e nas Taças.»

O novo técnico dos estudantes quer trazer ideias novas e mais rigor ao clube, numa aposta que não se fica apenas por metas imediatas. «Entendo que a minha chegada é uma chicotada psicológica. Mas isso não chega. Quero trazer rigor, organização, novos métodos de trabalho e outras formas de abordagem. Trata-se de um projecto que toca não só nos objectivos para esta época, mas também nos objectivos para a próxima, no futuro da Académica, do Tourizense, das camadas jovens, e orientado com muito mais rigor da equipa principal. Quando conseguirmos a tranquilidade. Daremos mais atenção a outros aspectos», promete.

Do plantel, diz já ter algum conhecimento mas espera tê-lo na mão o mais rapidamente possível: «Só se conhecem os jogadores quando se começa a trabalhar com eles. Quero assimilar o mais rapidamente toda a informação possível. Não é uma situação fácil de gerir. Há que tomar decisões. Já tinha as minhas ideias, com os DVD. Penso as conclusões que tirei são correctas e outras virão com a vivencia diária.»

Reencontro com o F.C. Porto

Confirmando que vai orientar a equipa já no próximo domingo, para a Taça de Portugal, frente ao Portimonense, Villas Boas fez desde logo a antevisão do primeiro encontro para a Liga, frente ao F.C. Porto, onde começou a trabalhar. «É um dos adversários mais difíceis. É uma deslocação e tem significado especial pelo passado, pois foi o clube que me lançou mas estou completamente focalizado na Académica. Quero inverter a situação da equipa. Quem pensa que estamos num lugar legítimo, está completamente enganado», finalizou.

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O SENHOR QUE SE SEGUE



Toda a sorte do mundo para André Villas Boas e que na Briosa confirme todo o potencial que lhe é apontado!

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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

E POR QUE NÃO?



Jovem, sério, ambicioso, competente, metódico, experiente...


Nuno A.

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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

ERA INEVITÁVEL



Rogério Gonçalves já não é treinador da Académica. Cerca de meia-hora após o final da derrota caseira com o Marítimo (2-4), o treinador chegou a acordo com a direcção do clube para a rescisão amigável do contrato. O anúncio foi feito pelo presidente José Eduardo Simões, que se dirigiu à sala de imprensa para comunicar a decisão.

O presidente surgiu na sala de imprensa acompanhado do vice-presidente para a área financeira Luís Godinho, num sinal de que financeiramente o acordo também está definido. José Eduardo Simões revelou, de resto, que Zé Nando, antigo adjunto de Rogério Gonçalves, fica para já, e interinamente, à frente da equipa principal.

Será Zé Nando, de resto, a orientar o plantel da Académica já neste sábado, no regresso aos treinos agendado para as 10 horas. Rogério Gonçalves, recorde-se, tinha tomando conta da Académica no início desta temporada, em substituição de Domingos. A equipa ainda não ganhou, somando três empates e quatro derrotas em sete jogos.



Nuno A.

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PARA ONDE CAMINHA ESTA ACADÉMICA?

Académica - Marítimo, 2-4



Estádio Finibanco Cidade de Coimbra
Árbitro: Duarte Gomes (AF Lisboa)

ACADÉMICA

Ricardo: Pedrinho, Orlando, Amoreirinha e Emídio Rafael; Nuno Coelho, Bischoff (Miguel Fidalgo) e Cris (Éder); Miguel Pedro, Vouho (Lito) e Sougou.

Suplentes não utilizados: Rui Nereu, Pedro Costa, Paulo Sérgio e Tiero.

Treinador: Rogério Gonçalves

MARÍTIMO

Peçanha; Paulo Jorge, Fernando Cardozo, João Guilherme e Alonso; Bruno, Olberdan e Marcinho; Manu, Baba e Djalma.

Suplentes: Marcelo, Robson, Taka, Briguel, Miguelito, João Luiz e Kléber.

Treinador: Van der Gaag

Golos: 0-1 Marcinho, 0-2 Baba, 1-2 Miguel Fidalgo, 1-3 Baba, 1-4 Bruno, 2-4 Sougou

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É óbvio que este treinador não consegue pôr os jogadores a render mais, em 7 jornadas temos 3 empates e 4 derrotas, estamos perigosamente sós no último lugar, a massa adepta já não acredita...

E agora, caro presidente? Que mudanças? E quem as vai assumir? Quantas derrotas mais até que as mesmas sejam tomadas?


Nuno A.

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